Peço imensa desculpa aos leitores, pela ausência, mas festa é festa. E só parei hoje, porque está a chover.
Desde 5ª feira que não páro.
As mines e imperiais que emburquei já não têm conto. E um homem não aguenta.
As largadas então estão um mimo.
Cada vez há mais burladeros, com garinas, com "loirinhas", com
e um gaijo não aguenta, prontos.
Os toiros é que não colaboram. Marram na madeira de propósito, partem os cornos.
O forcado de ontem, na 1ª pega, ofereceu-a ao presidente da Cãmara. Não devia. Dá má sorte. Nem á 5ª tentativa conseguiu pegar o toiro, coitado.
Também gostei de ver meia praça convidada pela Câmara: vereadores, executivos de Junta, assembleias muncipal e de freguesias, acompanhantes, convidados. É bonito, sim senhor, ver todos unidos.
Apesar do movimento, a festa está mais fraca este ano.
Foguetes, népia. Dizem que a culpa é do governo. Tá bem abelha. A proibição de amandar foguetes veio mesmo a calhar. Sempre poupam umas massas para dar ao Toni, e para pagar o aluguer dos camarins com cagadoiro refrigerado e segurança dos Palop's.
Tou danado, prontos. Tanto tempo pendurado no varino e não consegui acender a mecha de um único tirinho.
Xau, vou dando noticias.