Domingo, Setembro 24, 2006

Calçada da Avenida

Hallô? Hallô?

O Presidente da Junta ainda está em funções?
Será que podia vir um bocadinho mais cedo das bandas de Palmela e mandar arranjar a calçada dos passeios da Avenida?

Gostamos todos de largadas, mas...
Ainda hoje torci um pé ao entrar em casa.

Festa em Sarilhos Pequenos...


E aí temos a penúltima festa do Concelho. Sarilhos Pequenos.

Começo na passada 4ª feira com a Sessão pública de Câmara no Salão do 1ª Maio, onde a Câmara da CDU levou bordoada a sério, pelo esquecimento que tem votado à Freguesia.

Na 6ª feira decorreu a abertura oficial, com muito discuros. com muito sorriso, muito cumprimento, muito...

Não percebemos a lógica dos 2 discursos: presidente da Câmara e vereadora.
A mensagem não será a mesma?
Qual é o discurso oficial: o do Presidente ou a voz do dono?
Certamente com mais umas Marteladas, a coisa entra no rumo certo ao futuro.

Mas como íamos dizendo, festas populares, com a participação de todos.
Programação simples mas eficaz.

(Não foi preciso chamar o programador do Fórum, que acumula com a programação da Festa do Avante)
Ora aqui está o que se chama de simbiose (associação de 2 seres, com benefício para os 2. Será?

Hoje, domingo, espectacular sessão de fogo durante a procissão. Comentava-se que os moiteiros presentes roíam as unhas de despeito, lembrando-se dos "tirinhos" amandados na Caldeira à 15 dias atrás.

Se a chuva não estragar, temos Festa.


Domingo, Setembro 17, 2006

Dúvida angustiante






















No final do desfile, na Praça da República, poderi dividir-se as pessoas em 2 grupos distintos: Os tristes e os alegres (poucos)
E tinham razão: nem todos tinham sido convidados para o Jantar com o grande Toni!
Eu sou dos alegres, claro!

Desfile dos Cabeçudos - 2




Desfile dos Cabeçudos - 1




Inovação

Estou deveras espantado com as Festas deste ano.
Depois de um começo algo titubeante e encolhido, de dia para dia as Festas têm vindo a mostrar aquilo que realmente são Festas do concelho, Festas do povo.

Festas do concelho porque, aqui, se tem investido tudo e mais alguma coisa. É importante que os visitantes levem na ideia que... a Moita é a Moita!
Festas do Povo, devido à participação popular. Veja-se só um pequeno exemplo: a tarde do fogareiro. Onde é que, no país e mesmo no estrangeiro acontece uma coisa destas? Dezenas e dezenas de funcionários, públicos e privados, a picarem o ponto demanhã e a virem para a rua engrossar os festejos. Acompanhados, claro pelos patrões, dirigentes, ou autarcas, que assim desta forma simples, participam num alegre convívio.

Depois a tarde de hoje ultrapassou todas as espectativas.
Dezenas e dezenas de cabeçudos desfilaram pelas ruas da Moita.
Acompanhados pelo ribombar dos bombos.
Também aqui a participação popular foi deveras entusiasmante. fretaram-se dezenas de autocarros para transportar os grupos.
Nos passeios, os familiares dos "bombistas" aplaudiam os seus patrícios.

Carros alegóricos com pessoal do Carnaval de Alhos Vedros, gupos de samba?
Qual quê: Bombos. Bombos e cabeçudos.
Mais uma aposta ganha.
Aqui está uma tradição que deverá manter-se: os cabeçudos.

Sexta-feira, Setembro 15, 2006

Festas em expansão

Gostei de ouvir, esta madrugada na Rádio Renascença, o nosso emérito antropólogo, Vitor Pereira Mendes a dissertar sobre as Festas da Moita: origens, passado recente, actualidade, não esquecendo a referência à tarde do fogareiro.
Apesar de ter sido institucionalizada só no ano passado, já faz parte das grandes tradições da nossa terra.

Bem haja pela divulgação.
(É uma pena que este homem, a exemplo de outros neste Município, esteja numa prateleira algures na Rua João da Nova)

Contudo, uma pequena correcção:
Talvez a intenção tenha sido fortalecer a posição de alguém ligado ao rio, contudo é redutor afirmar que a Igreja da Moita foi construída pelos marítimos.
A sua importância, bem como a do lugarejo da Moita, advém do facto de aqui terminar a estrada dos espanhóis, via terrestre por onde circulava todos aqueles que, do sul e leste, demandavam a capital.
Todos juntos, marítimos, viajantes e moradores foram embelezando a Igreja e doando-a das alfaias religiosas e imagens que hoje podemos admirar.

Tarde do fogareiro (antevisão)




Lembramos que daqui a pouco começa a tarde do fogareiro.
Espectáculo único neste jardim à beira mar plantado.
Algumas fotos para aguçar o apetite.

As fotos foram gentilmente cedidas pelo secretariado do Congresso das cidades taurinas 2005, que decorreu nesta cidade em Setembro do ano passado. Os congressistas estavam devidamente identificados, claro.

Quinta-feira, Setembro 14, 2006

Contra-programação

Alguém anda a sabotar a Festa.

Não é que no próximo sábado à tarde, na hora da corrida na Praça, toca uma Banda, a CAMARATA no Fóro da Baixa da Banheira?

Não há direito. Estão a tirar espectadores à corrida.

Oferta a rodos

Depois de ter andado aos saltos e a escorregar pelo insuflável TITANIC, onde acabei por torçer um pé, estou em dúvida se pego nas muletas e vou dar uma volta pela programação.
Será que vou assistir Às pegas do Aposento, na Praça, ou vou cheirar o Bacalhau no Palco principal com o Quim Barreiros?
O mais certo é ir ... esfregar o bacalhau, no Largo Conde Ferreira, ao som dos SINAL ou dos BOSSA NOVA.

Marítimos do concelho da Moita revoltados

Lido na secção das cartas do leitor, no JORNAL DA MOITA de hoje.
A explicação que se impõe:

Marítimos do concelho da Moita revoltados
Quem assistiu, no dia 10 de Setembro, ao acto mais solene e importante das nossas festas - a Procissão - reparou na ira, choro, desespero e revolta do pessoal do mar perante a afronta provocada Às tradições tri-centenárias da Nossa Padroeira. Jamais, em ano algum, assistimos a uma ofensa espoletada pelo silêncio sepulcral nada comum às nossas gentes.
Tudo começou quando reparamos que, pela primeira vez, os andores contornavam a 60 metros de nós. Felizmente resolveram, à última hora, corrigir esse lapso. Obrigado! Do primeiro andor até ao andor do nosso adorado Sagrado Coração de Jesus, estalaram cerca de uma dúzia de foguetes (vergonha). Perante este clima de agonia e revolta assistimos a uma benção de embarcações à pressa. Advindo, desta atitude, um “sururu” monumental compreensível. Era a alma a falar!...
A pouquíssima quantidade de fogo lançado foi tremendamente mal largado com a Nossa Querida Padroeira já de abalada. A Santa, que por mais de trezentas vezes já nos benzeu, veio pela primeira vez a chorar! Creditem! Nós também chorámos em revolta! Assim, não a tragam mais ao nosso cais. Evitam o nosso descontentamento e sofrimento.
Os Marítimos são pessoas de bem e cumpridoras das mais respeitosas leis. Todos nós sabíamos antecipadamente que não era permitido, pela primeira vez, o lançamento de foguetes. Sabíamos que após trezentos anos, alguns de extrema crise, esta sentida tradição de louvor não seria permitida e que a identidade e raíz do nosso povo está perigosamente em causa.
Tantos anos de labor e sofrimento para manter a nossa alma e tradições intactas para assistir em desfalecimento à nossa sentida Procissão. Haja respeito pelas gentes que deram origem a este culto, a esta terra, a estas tradições e a este Concelho. Por muito que a queiram a Santa é nossa!
Exigimos respeito. Sempre trabalhámos em prol da nossa terra com enorme bairrismo. Tudo o que recebemos é para dar ao outro. Mantemos assim a nossa chama viva. O que era para ser uma habitual, fervorosa e emotiva manifestação de fé transformou-se numa insurreição.
Sentimos e sempre recebemos a nossa Santa como afã devoção. Para nós, queiram, é um acto sentido de agradecimento pelo nosso manejo náutico. Não é apenas mais uma Procissão. Aliás, foi à custa dos nossos antepassados marítimos que foi erguida a nossa Igreja. Aqueles que não íam nem vão à Igreja, mas que trazem a sua Padroeira pintada na sua alma e no seu bote e que até finais dos anos sessenta, descalços levaram a sua santinha até ao melhor cais do mundo!
Autarcas e responsáveis pelas festas revejam bem as vossas prioridades. Estão a condenar as nossas origens e a renegar o passado. Relegam para segundo plano o sagrado em defesa do profano e assim não contam mais connosco! Basta de amargura. Realmente batemos no fundo...
Resta-nos pedir publicamente as mais sinceras desculpas. Ao nosso Padre, fiéis, crentes, forasteiros e à população Moitense em geral pelas palavras proferidas pelos nossos corações! Compreendam-nos. Que a Santa também nos compreende. Foi penosamente impossível assistir impávidos e serenos a um quebrar de uma tradição com mais de 300 anos de existência. Atingiram e despoletaram sentimentos e emoções que jamais a razão consegue explicar - o nosso espírito.
O nosso desagrado não era com o Prior mas sim contra o silêncio fúnebre verificado por milhares de crentes e forasteiros que, boquiabertos em tormento, presenciaram à nossa procissão. O que realmente queríamos era chorar de alegria e sentimento e não de amargura, choro e penoso calvário. Sempre o fizemos desde os tempos mais remotos. Ai! Nossa Senhora da Boa Viagem. Perdoa-nos que os homens não sabem o que fazem!

Centro Náutico Moitense

Quarta-feira, Setembro 13, 2006

Dia a dia da Festa

Peço imensa desculpa aos leitores, pela ausência, mas festa é festa. E só parei hoje, porque está a chover.
Desde 5ª feira que não páro.
As mines e imperiais que emburquei já não têm conto. E um homem não aguenta.
As largadas então estão um mimo.
Cada vez há mais burladeros, com garinas, com "loirinhas", com
e um gaijo não aguenta, prontos.
Os toiros é que não colaboram. Marram na madeira de propósito, partem os cornos.
O forcado de ontem, na 1ª pega, ofereceu-a ao presidente da Cãmara. Não devia. Dá má sorte. Nem á 5ª tentativa conseguiu pegar o toiro, coitado.
Também gostei de ver meia praça convidada pela Câmara: vereadores, executivos de Junta, assembleias muncipal e de freguesias, acompanhantes, convidados. É bonito, sim senhor, ver todos unidos.

Apesar do movimento, a festa está mais fraca este ano.
Foguetes, népia. Dizem que a culpa é do governo. Tá bem abelha. A proibição de amandar foguetes veio mesmo a calhar. Sempre poupam umas massas para dar ao Toni, e para pagar o aluguer dos camarins com cagadoiro refrigerado e segurança dos Palop's.

Tou danado, prontos. Tanto tempo pendurado no varino e não consegui acender a mecha de um único tirinho.

Xau, vou dando noticias.

Segunda-feira, Setembro 04, 2006

Moita Tauromaquia

O que seria da Moita e da sua tradição se não fosse esta revista, que já vai no 4º ano e no seu 10º número. O "quem é quem" do mundo dos toiros está lá todo!
No meio da profusão de anúncios publicitários, conseguimos discernir:
- Abertura pelo presidente do G.Tauromáquico Moitense e pelo nóvel antropólogo Vitor Mendes, que se espraia pelo tema da Moita, pilar das tradições tauromáquicas (Onde pára a fundação?)
- Artigo do Vitor Manuel, investigador da história local sobre "A abolição das toiradas"
- Artigo sobre Tiago Ribeiro, novo cabo do aposento da Moita
- Presidente do novo conselho de administração da Sociedade Moitense de Tauromaquia, Pedro Brito de Sousa (filho do presidente de Câmara deposto pelo 25 Abril, Vitor Brito de Sousa)
- Sónia Matias
- Cavalo Lusitano
- A porta grande da Praça, denominada Porta Nª Sª da Boa Viagem
- A apresentação da revista em Maio passado
- A Feira Taurina da moita deste ano
- Luis Procuna
- Rui Bento Vasques da Adm. do Campo Pequeno
- Nuno Velasquez
- A temporada dos amadores da Moita
- A tarde dos Fogareiros de 2005 e uma panóplia de fotos que vale a pena analizar.

Como vêm, um manancial de informação que levaremos tempo a deglutir!

Preços da Bilheteira


Para quem não tem umas borlazitas (e são muitos, é só olhar para a barreira e não só), e precisa de contar os cêntimos para comprar o bilhetinho, aqui está o preçário.

Feira Taurina 2006


Depois de alguns sururus, com artistas e até com datas.
De quem terá sido a ideia peregrina de querer meter a primeira corrida no 1º domingo da Festa, dia tradicionalmente reservado em primeiro lugar à Festa religiosa?
Vá lá, emendaram a tempo.
Artistas da terra, os matadores de toiros, os 2 grupos forcados, o cavaleiro.
As corridas prometem.

(Esperemos que o Grupo do Aposento melhore um pouco a sua apresentação, depois dos momentos menos bons por que tem passado)

Apresentação da Festa da Moita


Decorreu no passada 5ª feira, na sede dos Reformados da Moita a Apresentação das Festas deste ano.
Sala cheia.
A apresentação das Festas foi feita pelo Presidente da Câmara, João Lobo, tendo sido secundado em breves palavras pelo representante da Comissão de Festas, Fernando Simão (ex-presidente substituto da Junta de Freguesia).
Perante a ausência de perguntas por parte dos jornalistas presentes, logo se passou ao Moscatel.
Perguntas para quê, se o programa está publicado
http://www.cm-moita.pt/cmm/destaque/Festas_2006.pdf
e se necessário os textos já aparecem cozinhados e fornecidos pela DIRP.
De notar, também a ausência do actual ? Presidente de Junta da Moita, João Faim.
De férias? Ou, como de costume, delegou no secretário?

(O desenho do cartaz é fracote. Houve concurso ou aceitaram o primeiro borrão que apareceu?)

Informação atrasada

Depois de termos passado uns dias, entretidos noutras FESTAS, a informação acumula-se pelo que iremos de imediato fazer a divulgação daquilo que nos chegou:

- A conferência de imprensa da apresentação das Festas da Moita
- O cartaz da Feira Taurina
- A Agenda MaréCheia
- A revista MOITA Tauromaquia
- E o um novo suplemento desta Revista, destinado ao Comércio, mas objectivos políticos.

Quarta-feira, Agosto 30, 2006

Ainda a Festa não foi apresentada e já a bronca está montada!

Amanhã, dia 31 de Agosto pelas 18 horas vai decorrer uma sessão de apresentação das Festas da Moita, no Centro de Reformados.

Entretanto o 31 já está instalado: Há bronca com os 28 repuxos da Marginal.
A calçada onde estão instalados, está numa cota mais elevada que a área à volta, resultando muita águinha nas redondezas. Palpita-nos que irão funcionar só na inauguração e durante a Festa, e depois, entrar em reconversão técnica.

Os exemplos vistos, e mal copiados, pelos técnicos da CMM deram nisto.
As hordas de turistas que se esperavam para os jardins da água da EXPO, desculpem da Marginal, vão ter que se contentar com a paisagem do empedrado do local.

Já agora, além dos canteiros com relva e casca de pinheiro, óptimos para esgravatar e do WC para animais de 4 patas, não encontrámos nenhum para os animais de 2. E após as cervejolas bebidas nos bares das redondezas, aquela zona é muito utilizada para verter águas.